domingo, 23 de março de 2014

Ocupa DOPS

Continuando as fantasmagorias para além dos cinemas, participamos do ato pela criação de um centro de memória da resistência popular.
Com Coletivo Projetação e Plataforma VideUrbe

domingo, 16 de março de 2014

domingo, 10 de novembro de 2013

Assombração Cariri

Inacreditavelmente nossa ação no Crato foi canceladas às vésperas da realização do cortejo na cidade. Chegando no Ceará somos informados que uma contenda envolvendo instituições e dirigentes inviabiliza a ação na cidade, nos colocando diante do desafio de levantar outra ação na vizinha Juazeiro em tempo recorde. E lá vamos nós!

Juazeiro Assombrado from cinefantasma on Vimeo.

Com Valentino Kmentt e Annádia Leite Brito

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Brasília


Oficina Cine Fantasma
Público-alvo: Pessoas com interesse em história, imagem e arquitetura. Não são necessários domínios técnicos prévios, mas conhecimentos de edição de vídeo são bem vindos. Quem tiver computador portátil, pode levar. (curso livre)
Duração: 20h
Participantes: Até 20
Cine Fantasma é uma série de intervenções urbanas que iniciou-se no Rio de Janeiro, promovendo projeções de vídeo efêmeras sobre fachadas de cinemas de rua que não existem mais. O projeto trabalha com a memória associada a estes espaços, realizando uma grande colagem de imagens que incluem fotografias, frases, cartazes, plantas baixas, desenhos e trechos de filmes. As projeções em grande formato evaporam-se pelas paredes dos edifícios, produzindo um efeito de fantasmagoria que evoca imagens do passado, misturando-as a imagens do presente, numa perspectiva de crítica aos processos de urbanização que muitas vezes desconsideram o aspecto simbólico e afetivo dos espaços urbanos. No DF, a proposta é trabalhar não com a memória exclusiva de salas de cinema, mas com o imaginário da formação da própria cidade. 

domingo, 21 de abril de 2013

Ghost Cinema : Live images projected onto dead movie theatres


The extinction of movie theatres is a global phenomenon that has been observed in the past 30 years across many countries. This can be related to the culture of fear, that has been redefining urban spaces and pushed cinemas into shopping centres; but also to new ways of film distribution – television, home video, internet  – in which cinemas are no longer a privileged space. 
If one can say that cinema has always been a ghost – a spectre in a way - what could the ending of old movie palaces teach us about the nature of cinema? 
To use the portmanteau coined by Gregory Ulmer, what is the mystory in the decadence of these buildings?

Ghost Cinema looks for answers to these questions through a series of video interventions, which occupy façades of deactivated movie theatres. Starting from an affective cartography of buildings abandoned, demolished or simply transformed into another activity, the project counts on the spontaneous collaboration of cinema spectators.
The memories shared in a collaborative digital network are indexed in a database, including old photographs of the cinemas, movie extracts, poems, posters, newspapers, memoirs etc. The data is combined and projected over the buildings in a Live Cinema session, mixing materiality, mediality and temporality. As Jacques Derrida affirms, archives are not dealing with the past, but with the future. Ghost Cinema pays a tribute to dead cinemas, bringing them back to life in a mediumistic session, but more than that, it wants do discuss new architectures for image sharing.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

midiamagia



PUBLICADO 16/04/2013 POR DENISEAGASSI

cinefantasma deni3

Sra. e Srs. o Cinefantasma orgulhosamente apresenta:

um banco de dados!

AAAAAAAAAAAHHHHHHHHH!!!

HAHAHAHAHA HAHAHAHAHA

BUUUUUuuuuuu (ecoooo)

Os fantasmas estão aqui, gritava Paola Barreto*** !! O cinema não morreu! São infinitos fotogramas!….

Era de arrepiar! Em plena noite úmida de São Paulo (re)voltava a Cinelândia! Projeção sobre as histórias do que já passou por ali e sob os antigos cinemas, chamavam a atenção para o passado, traziam de volta aquilo que estava quase engolido pela cidade e apagado pelo abandono. Mas foi só buscar conexão e encontramos as redes “cinelândia 1, 2, 3, x…” nos dando sinais de outros tempos e virtualidades. Neste lugar em pleno centro de São Paulo, apareceu o Cinefantasma com a sua troupe fantástica*, em uma bicicleta adaptada para cargas, uma lanterna mágica**, um gerador fumacinha e vossa excelência: o banco de dados! Este, cuidadosamente elaborado, composto por memórias e histórias do que, de certa forma, ainda estão assombrando por ali. Eram letreiros de cinema, trechos de filmes, cartazes antigos, distribuídos sob as fachadas, colunas, escadarias, bilheterias e todo tipo de ruído local. Ao invés de tiquetes de entrada, o Cinefanatsma contou com o público espontâneo, passantes e moradores de ruas, e especialmente, com a colaboração da equipe do Festival BaixoCentro. No meio da noite, até recebemos uma gorjeta de um dos espectadores! Bom, foi mais ou menos assim que aconteceu o Festival BaixoCentro, organizado pela Casa da Cultura Digital, conseguiram viabilizar o projeto via Catarse e contaram com muitas outras colaborações. http://baixocentro.org/    http://catarse.me
Agradecemos Santa Clara por segurar a chuva densa e manter o clima fantasmagórico!
* esta ação de guerilha fez parte do Festival BaixoCentro em São Paulo.  Tive o prazer de participar juntamente com os colaboradores Breno,  Tiago, Pedro e …
**mágico projetor 4.000 lumes, caixas de som amplificadas com 2 microfones, computador com modul8, lanterna, adaptador de tomadas, pen drive, cabos diversos e  uma caixa de entrega de pizza que serviu de suporte para o computador.
*** carioca, idealizadora do projeto Cinefantasma.
aqui tem mais: http://www.facebook.com/cinefantasma?ref=ts&fref=ts